Prontos para as brincadeiras.12/10/2009
06/10/2009
Apeguemo-nos, com firmeza, às verdades de Deus. (Hb 2.1)

O ser humano é mestre na arte de apegar-se. Já perceberam? Olhemos pra nossa vida: nos apegamos a uma roupa; a um bichinho de estimação; a um lugar, sentamos sempre no mesmo lugar na igreja ou escola, ainda ficamos insatisfeitos quando alguém senta onde a gente ta acostumado.
Entretanto quando se trata de verdades bíblicas, vez ou outra nos pegamos questionando-as e até duvidando.
Pois bem, em Hb 2.1 lemos: “Por esta razão, importante nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos”. Assim, ao recordarmos os textos, vemos que estes nos fazem refletir sobre a família, o casamento, verdade que faz toda a diferença na vida e na sociedade.
Sendo assim, quais as verdades que Deus quer que conheçamos e nos apeguemos, em relação ao casamento?
Bem, poderíamos citar várias, entretanto queremos destacar duas.
A primeira é que o casamento foi instituído pelo próprio Deus. Não foi invenção de algum pai, da igreja, da loja de ternos ou vestidos de noiva. Deus disse: “É por isso que o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa”. (Gn 2.24)
Olhando para esta verdade, podemos entender porque Adão ficou triste ao não encontrar para si uma companheira, pois nenhuma o completava, por isso Deus tomou providencias para sanar esta lacuna, criou-lhe uma companheira ideal.
O que vemos hoje nos filmes, nas novelas e pelo mundo afora é que existem “casais” totalmente fora do padrão criado por Deus. O mais incrível é que muitas vezes achamos isso normal. Quando isso acontece, também nos afastamos da verdade que Deus nos ensinou.
Aprendemos que Deus criou um casal, Adão e Eva, para completarem-se e serem felizes. Caso Deus quisesse tivesse outro propósito, teria quem sabe, criado Adão e Ivo.
Precisamos nos firmar na verdade defendida pela fé cristã, precisamos nos posicionar firmes a esse respeito, precisamos dar nosso testemunho contra esta distorção da verdade.
Isto não quer dizer que precisemos discriminar ou ser intolerantes, ofender ou expulsar quem pensa e age de modo diferente. Apenas mostremos a verdade através das palavras da Bíblia Sagrada, onde Deus nos mostra um propósito diferente para o casamento. Podemos testemunhar sem, contudo, afastar, pois aqueles que estão em pecado, precisam conhecer a verdade para serem libertos.
A segunda verdade é que, ao criar o casamento, Deus não permite que ninguém, a não ser ele, através da morte, termine com esta união: “Portanto, ninguém separe o que Deus uniu”. (Mc 10.9).
Se esta é a verdade, porque então há tantos casais separados e separando?
Bem, uma das possibilidades é que não foi Deus quem os ajuntou e sim, a vontade dos pais, por causa de uma gravidez, uma paixão forte, as famílias são amigas e por aí vai.
Porém o que realmente causa a separação é a “dureza de coração”, somos inclinados desde crianças para o mal. Assim, quando acontece uma separação, somos apresentados, mais uma vez, ao pecado. Somos confrontados com a lei de Deus e vemos que nos afastamos dela.
Devido a esta dureza de coração, Deus providenciou uma forma de diminuir a dor, de dar uma nova oportunidade aos errantes, esta forma veio em forma de “carta de divórcio”. Através dela Deus está oferecendo uma nova chance de atingirem o ideal de Deus em relação ao casamento. Também era uma maneira de Deus intervir a favor da mulher para que esta não fosse acusada pelo marido de adultério (cláusula de exceção, não determinante, à separação).
Assim, Deus oferece a chance ao casal de um recomeço; que aprendam com os erros, mudem o que precisa ser mudado e recomecem.
Esta mesma chance Jesus oferece a tantos quantos pecam diariamente, ou seja, nós.
A cada dia somos confrontados com a lei e percebemos nossos erros e pecados, percebemos que nos afastamos da verdade, somos chamados ao arrependimento e por amor, somos perdoados.
Esta mesma regra vale para o casamento.
As palavras de Jesus no texto de Mc são duras, pois mostram nossa fraqueza, nosso afastamento da verdade, nosso fracasso como esposa e esposo, mas as mesmas palavras não nos querem afastar do casamento nem afastar aqueles cujo casamento fracassou. Pelo contrário, o que Deus quer é que reconheçam o fracasso e busquem nas verdades Bíblicas o perdão para estes erros, sejam perdoados e perdoem aqueles que magoaram, assim como oramos no Pai Nosso, pois o que pode ter acabou foi o amor conjugal, mas jamais o amor cristão.
Aos que não estão separados, que aprendam com os erros dos outros, busquem amolecer o coração, perdoar aos cônjuges e viver felizes.
Apeguemo-nos a estas verdades, jamais nos desviemos delas, pois somente a verdade liberta, dá nova perspectiva e, através dela, mesmo com todos os nossos erros e pecados, somos amados, perdoados e convidados a morarmos com o Pai eternamente, lá onde não existe dor nem separações.
Pastor Darcy Schreiber - Humaitá - AM
Entretanto quando se trata de verdades bíblicas, vez ou outra nos pegamos questionando-as e até duvidando.
Pois bem, em Hb 2.1 lemos: “Por esta razão, importante nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos”. Assim, ao recordarmos os textos, vemos que estes nos fazem refletir sobre a família, o casamento, verdade que faz toda a diferença na vida e na sociedade.
Sendo assim, quais as verdades que Deus quer que conheçamos e nos apeguemos, em relação ao casamento?
Bem, poderíamos citar várias, entretanto queremos destacar duas.
A primeira é que o casamento foi instituído pelo próprio Deus. Não foi invenção de algum pai, da igreja, da loja de ternos ou vestidos de noiva. Deus disse: “É por isso que o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa”. (Gn 2.24)
Olhando para esta verdade, podemos entender porque Adão ficou triste ao não encontrar para si uma companheira, pois nenhuma o completava, por isso Deus tomou providencias para sanar esta lacuna, criou-lhe uma companheira ideal.
O que vemos hoje nos filmes, nas novelas e pelo mundo afora é que existem “casais” totalmente fora do padrão criado por Deus. O mais incrível é que muitas vezes achamos isso normal. Quando isso acontece, também nos afastamos da verdade que Deus nos ensinou.
Aprendemos que Deus criou um casal, Adão e Eva, para completarem-se e serem felizes. Caso Deus quisesse tivesse outro propósito, teria quem sabe, criado Adão e Ivo.
Precisamos nos firmar na verdade defendida pela fé cristã, precisamos nos posicionar firmes a esse respeito, precisamos dar nosso testemunho contra esta distorção da verdade.
Isto não quer dizer que precisemos discriminar ou ser intolerantes, ofender ou expulsar quem pensa e age de modo diferente. Apenas mostremos a verdade através das palavras da Bíblia Sagrada, onde Deus nos mostra um propósito diferente para o casamento. Podemos testemunhar sem, contudo, afastar, pois aqueles que estão em pecado, precisam conhecer a verdade para serem libertos.
A segunda verdade é que, ao criar o casamento, Deus não permite que ninguém, a não ser ele, através da morte, termine com esta união: “Portanto, ninguém separe o que Deus uniu”. (Mc 10.9).
Se esta é a verdade, porque então há tantos casais separados e separando?
Bem, uma das possibilidades é que não foi Deus quem os ajuntou e sim, a vontade dos pais, por causa de uma gravidez, uma paixão forte, as famílias são amigas e por aí vai.
Porém o que realmente causa a separação é a “dureza de coração”, somos inclinados desde crianças para o mal. Assim, quando acontece uma separação, somos apresentados, mais uma vez, ao pecado. Somos confrontados com a lei de Deus e vemos que nos afastamos dela.
Devido a esta dureza de coração, Deus providenciou uma forma de diminuir a dor, de dar uma nova oportunidade aos errantes, esta forma veio em forma de “carta de divórcio”. Através dela Deus está oferecendo uma nova chance de atingirem o ideal de Deus em relação ao casamento. Também era uma maneira de Deus intervir a favor da mulher para que esta não fosse acusada pelo marido de adultério (cláusula de exceção, não determinante, à separação).
Assim, Deus oferece a chance ao casal de um recomeço; que aprendam com os erros, mudem o que precisa ser mudado e recomecem.
Esta mesma chance Jesus oferece a tantos quantos pecam diariamente, ou seja, nós.
A cada dia somos confrontados com a lei e percebemos nossos erros e pecados, percebemos que nos afastamos da verdade, somos chamados ao arrependimento e por amor, somos perdoados.
Esta mesma regra vale para o casamento.
As palavras de Jesus no texto de Mc são duras, pois mostram nossa fraqueza, nosso afastamento da verdade, nosso fracasso como esposa e esposo, mas as mesmas palavras não nos querem afastar do casamento nem afastar aqueles cujo casamento fracassou. Pelo contrário, o que Deus quer é que reconheçam o fracasso e busquem nas verdades Bíblicas o perdão para estes erros, sejam perdoados e perdoem aqueles que magoaram, assim como oramos no Pai Nosso, pois o que pode ter acabou foi o amor conjugal, mas jamais o amor cristão.
Aos que não estão separados, que aprendam com os erros dos outros, busquem amolecer o coração, perdoar aos cônjuges e viver felizes.
Apeguemo-nos a estas verdades, jamais nos desviemos delas, pois somente a verdade liberta, dá nova perspectiva e, através dela, mesmo com todos os nossos erros e pecados, somos amados, perdoados e convidados a morarmos com o Pai eternamente, lá onde não existe dor nem separações.
Pastor Darcy Schreiber - Humaitá - AM
29/09/2009
Não se esqueça do principal

Lembram daquele alpinista que cortou fora uma das mãos? Aron Ralston é o nome dele. Em 2003 ele caiu de uma montanha nos Estados Unidos e ficou com a mão direita presa entre as rochas. Depois de cinco dias agonizando, sozinho naquele deserto, precisou tomar a decisão mais radical da sua vida. "Eu consegui primeiro quebrar o rádio e minutos depois quebrei o cúbito na área do pulso", referindo-se aos dois ossos do antebraço. Para concluir o serviço, usou o seu canivete e finalmente ficou livre, livre para a vida.
Em outras situações não é a mão, mas coisas que persistem nas mãos e prendem o corpo à morte. Tais como a bebida, o cigarro, as drogas, o jogo, o volante perigoso do carro, o cartão de crédito, ou até mesmo a mão de outra pessoa. Às vezes é o próprio trabalho, a exemplo da operadora francesa France Telecom, onde nesta última segunda-feira ocorreu o 24º suicídio nos últimos 18 meses. Por isto, dependendo do caso, a decisão precisa ser tomada logo, antes que não haja mais tempo para a escolha. Foi o que fez o meu amigo Teno Luguesi, 69 anos. Devido à diabete, precisou amputar as duas pernas. Hoje ele está feliz da vida, igual ao alpinista. Afinal, quando existe chance para escolher entre a vida e a morte, a gente não pensa duas vezes.
- “O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira?” (Marcos 8.36), pergunta Jesus. Por isto ele radicaliza: “Se uma das suas mãos faz com que você peque, corte-a fora! Pois é melhor você entrar na vida eterna com uma só mão do que ter duas e ir para o inferno” (Marcos 9.43). O problema não é o “mundo inteiro”, mas a “vida verdadeira pela metade”. Na verdade, tudo nesta vida terrena é presente do Criador. Mas quando este “mundo” prende a mão, o único jeito é cortar fora para ficar com o que interessa. E se o alpinista mais tarde confessou que não sabia de onde veio a coragem para livrar-se da mão, o seguidor do “Caminho, da Verdade e da Vida” sabe. Vem de cima.
A história da mulher com uma criança no colo bem que poderia ser uma parábola de Jesus. Ao passar diante de uma caverna, ouviu uma voz misteriosa: - “Entre e pegue tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém que depois de sair, a porta se fechará para sempre”. A mulher entrou e encontrou muitas riquezas. Fascinada, ajuntou tudo o que podia no seu avental. E a voz misteriosa advertia: - “Não se esqueça do principal”. Carregada com ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou. Foi então que ela lembrou-se do principal: o filho que carregava no colo tinha ficado lá dentro.
Marcos Schmidt
pastor luterano
Em outras situações não é a mão, mas coisas que persistem nas mãos e prendem o corpo à morte. Tais como a bebida, o cigarro, as drogas, o jogo, o volante perigoso do carro, o cartão de crédito, ou até mesmo a mão de outra pessoa. Às vezes é o próprio trabalho, a exemplo da operadora francesa France Telecom, onde nesta última segunda-feira ocorreu o 24º suicídio nos últimos 18 meses. Por isto, dependendo do caso, a decisão precisa ser tomada logo, antes que não haja mais tempo para a escolha. Foi o que fez o meu amigo Teno Luguesi, 69 anos. Devido à diabete, precisou amputar as duas pernas. Hoje ele está feliz da vida, igual ao alpinista. Afinal, quando existe chance para escolher entre a vida e a morte, a gente não pensa duas vezes.
- “O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira?” (Marcos 8.36), pergunta Jesus. Por isto ele radicaliza: “Se uma das suas mãos faz com que você peque, corte-a fora! Pois é melhor você entrar na vida eterna com uma só mão do que ter duas e ir para o inferno” (Marcos 9.43). O problema não é o “mundo inteiro”, mas a “vida verdadeira pela metade”. Na verdade, tudo nesta vida terrena é presente do Criador. Mas quando este “mundo” prende a mão, o único jeito é cortar fora para ficar com o que interessa. E se o alpinista mais tarde confessou que não sabia de onde veio a coragem para livrar-se da mão, o seguidor do “Caminho, da Verdade e da Vida” sabe. Vem de cima.
A história da mulher com uma criança no colo bem que poderia ser uma parábola de Jesus. Ao passar diante de uma caverna, ouviu uma voz misteriosa: - “Entre e pegue tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém que depois de sair, a porta se fechará para sempre”. A mulher entrou e encontrou muitas riquezas. Fascinada, ajuntou tudo o que podia no seu avental. E a voz misteriosa advertia: - “Não se esqueça do principal”. Carregada com ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou. Foi então que ela lembrou-se do principal: o filho que carregava no colo tinha ficado lá dentro.
Marcos Schmidt
pastor luterano
23/09/2009
Do que a terra mais garrida?

Nesta terça-feira chegou a lei junto com a Primavera obrigando a execução do Hino Nacional uma vez por semana nas escolas públicas e particulares de Ensino Fundamental. Não sei se foi esta a intenção, mas deveríamos cantar o “Ouviram do Ipiranga” sempre inspirados pelo perfume primaveril deste lugar abençoado. Ou como diz o verso: “Do que a terra mais garrida (florida), teus risonhos, lindos campos têm mais flores”. No entanto, nossos hinos por vezes têm cara de inverno, daqueles que faz a gente ficar encolhido na cama, “deitado eternamente em berço esplêndido”. Omissos, coniventes. Porque se o Brasil é gigante pela própria natureza, se é belo, forte, impávido colosso – isto se deve graças ao vasto e rico território. Mas se o futuro pretende espelhar essa grandeza, o brado retumbante do grito do Ipiranga necessita de um povo heróico.
Por isto não basta cantar o hino uma vez por semana. Isto é coisa de todos os dias, começando lá por Brasília. E se os nossos governantes e políticos fogem à luta, se temem quando se ergue da justiça a clava forte – então não adianta obrigar nossos filhos cantarem “nem teme, quem te adora, a própria morte”. Uma lei pode até fazer a gente decorar, mas é somente a transformação moral, cívica e política, capaz de traduzir palavras complicadas em gestos construtores de uma pátria amada, Brasil.
“Não se enganem”, admoesta a Bíblia, “não sejam apenas ouvintes dessa mensagem, mas ponham em prática o que ela manda. Porque aquele que ouve a mensagem e não a pratica é como um homem que olha no espelho e vê como ele é. Dá uma olhada, depois vai embora e logo esquece de sua aparência” (Tiago 1.22-24). De fato, isto acontece também na igreja. A gente canta de cor e salteado os hinos, mas depois esquece o significado. E daí vem o recado: “Se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a ele” (Romanos 12.1).
Então pouco resolve enfiar na cabeça. É preciso colocar no coração. É o jeito de Deus: “Eu porei a minha lei na mente deles e no coração deles a escreverei” (Jeremias 31.33). Fórmula didática experimentada em Jesus (Hebreus 8.10). E assim a terra garrida é a própria vida. É o que diz a Bíblia: “Porque somos como cheiro suave do sacrifício que Cristo oferece a Deus, cheiro que se espalha” (2 Coríntios 2.15). Perfume que se renova a cada dia graças a um raio vívido de amor e de esperança que à terra desce.
Marcos SchmidtPor isto não basta cantar o hino uma vez por semana. Isto é coisa de todos os dias, começando lá por Brasília. E se os nossos governantes e políticos fogem à luta, se temem quando se ergue da justiça a clava forte – então não adianta obrigar nossos filhos cantarem “nem teme, quem te adora, a própria morte”. Uma lei pode até fazer a gente decorar, mas é somente a transformação moral, cívica e política, capaz de traduzir palavras complicadas em gestos construtores de uma pátria amada, Brasil.
“Não se enganem”, admoesta a Bíblia, “não sejam apenas ouvintes dessa mensagem, mas ponham em prática o que ela manda. Porque aquele que ouve a mensagem e não a pratica é como um homem que olha no espelho e vê como ele é. Dá uma olhada, depois vai embora e logo esquece de sua aparência” (Tiago 1.22-24). De fato, isto acontece também na igreja. A gente canta de cor e salteado os hinos, mas depois esquece o significado. E daí vem o recado: “Se ofereçam completamente a Deus como um sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a ele” (Romanos 12.1).
Então pouco resolve enfiar na cabeça. É preciso colocar no coração. É o jeito de Deus: “Eu porei a minha lei na mente deles e no coração deles a escreverei” (Jeremias 31.33). Fórmula didática experimentada em Jesus (Hebreus 8.10). E assim a terra garrida é a própria vida. É o que diz a Bíblia: “Porque somos como cheiro suave do sacrifício que Cristo oferece a Deus, cheiro que se espalha” (2 Coríntios 2.15). Perfume que se renova a cada dia graças a um raio vívido de amor e de esperança que à terra desce.
pastor luterano
21/09/2009
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